mente e bugs que podem prejudicar a experiência do jogador.

“AEW Fight Forever”: Um novo desafio para o mundo dos jogos de luta livre

Na década de 1980, o lendário lutador Ric Flair popularizou a expressão: “Para ser o cara, você precisa vencer o cara”. A franquia WWE 2K tem sido o “cara” indiscutível dos jogos de luta livre profissional por quase uma década. No entanto, o recém-chegado AEW Fight Forever traz uma abordagem ousada, inspirada em jogos de arcade do passado e com uma filosofia de jogabilidade acessível para todos. Embora tenha alguns problemas, é louvável a tentativa de inovar no gênero.

Estilo e personagens caricatos

Em termos de estilo, Fight Forever se destaca com modelos de personagens de desenhos animados e animações energéticas. A maioria dos 52 competidores disponíveis tem caricaturas bem renderizadas, com destaques para Kenny Omega e Jon Moxley. Mesmo personagens menos realistas, como Chris Jericho em forma de fritadeira, conseguem transmitir a vibração adequada. No entanto, algumas ausências notáveis, como Toni Storm e Daniel Garcia, são decepcionantes.

Ação exagerada e movimentos únicos

No ringue, o jogo apresenta uma ação exagerada, com movimentos que lembram o estilo dos quadrinhos e super-heróis. Além das animações animadas, há algumas mecânicas únicas que afetam a jogabilidade de maneiras interessantes. Por exemplo, o lutador Malakai Black pode borrifar névoa negra nos olhos do oponente, causando momentos de desorientação. No entanto, o jogo ainda enfrenta problemas de polimento e responsividade, com ataques falhando inexplicavel