RPG VR de mundo aberto Asgard’s Wrath 2: um jogo de mundo aberto que atinge o desafio impossível em VR

Revelando detalhes exclusivos sobre o sucesso de Asgard’s Wrath 2 como um RPG de mundo aberto de realidade virtual (VR)

Jogos de mundo aberto, como Starfield e The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, têm uma tarefa aparentemente impossível, pois devem manter um delicado equilíbrio. Se oferecerem demasiada liberdade num ambiente demasiado vazio, a relação sinal/ruído corre o risco de se tornar turva e toda essa liberdade perde rapidamente o seu apelo. Por outro lado, se o mundo parece muito pequeno, pode-se perguntar por que os desenvolvedores se preocuparam em criar um mundo aberto em vez de linear. Asgard’s Wrath 2 – um RPG de mundo aberto projetado para realidade virtual compatível com Meta Quest 3 – consegue encontrar um equilíbrio perfeito enquanto evolui em um meio relativamente novo: VR. E, no entanto, os princípios que seus desenvolvedores seguiram para alcançar o auge tanto do RPG em VR quanto da exploração do mundo aberto são surpreendentemente familiares.

Construa um mundo aberto cativante e envolvente

Neste jogo foi essencial criar uma experiência de jogo rica, onde os jogadores pudessem navegar pelo mundo aberto e descobrir diversos locais. Os desenvolvedores também nos dizem que o lançamento deste jogo em realidade virtual para o Meta Quest 3 é uma conquista por si só, porque os jogos em VR são geralmente mais exigentes física e mentalmente e, além do mais, existem muito poucos jogos em Longo prazo. Autocaravana. Mesmo assim, eles conseguiram criar um RPG VR de mundo aberto que dura mais de 100 horas, e está no headset Quest 3 totalmente móvel.

Desafios técnicos e artísticos

Além disso, foi um verdadeiro desafio técnico e artístico, pois tiveram que adaptar todos os elementos e recursos visuais do jogo para o Quest 3, um aparelho que não tinha a mesma potência dos computadores tradicionais. Esses desenvolvedores nos revelam que tiveram que experimentar e fazer vários ajustes antes de chegar a uma versão otimizada do jogo para a Quest 3.

Uma estética visual surpreendente

Para isso, explicam-nos, entre outras coisas, como reformularam a estética visual do jogo para se adaptar à tecnologia móvel, privilegiando cores mais vivas e maior contraste, o que permitiu tornar o ambiente do jogo absolutamente deslumbrante no Quest 3 , superando todas as expectativas.

Cenas envolventes

Por fim, a qualidade das cutscenes também foi um elemento essencial do jogo, pois os desenvolvedores conseguiram criar sequências cinematográficas envolventes e cativantes mantendo uma certa fluidez e evitando tempos de carregamento excessivos.

Ao projetar um mundo aberto em VR, que exige investimento de longo prazo dos jogadores, é admirável ver os feitos alcançados pelos desenvolvedores de Asgard’s Wrath 2 para resultar em um jogo que pretende ser cativante, imersivo e perfeitamente otimizado para realidade virtual. . Um feito técnico que sem dúvida coloca este jogo entre as melhores experiências de VR até à data.

Fonte: www.ign.com