A trapaça em Pokémon Diamond arruinou minha experiência de jogo – Nintendo Life.

A trapaça no Pokémon Diamond arruinou minha experiência de jogo

Como muitos fãs, eu amava Pokémon quando era criança. Passava horas jogando minha cópia do Pokémon Diamond, explorando o mundo vivo e cheio de histórias e segredos. Mas quando descobri o Action Replay, um dispositivo que permitia inserir códigos de trapaça, a emoção de ter um Pokémon super forte e de explorar áreas secretas se tornou irresistível.

Explorando o mundo de Pokémon

O mundo de Pokémon era fascinante, com histórias de antigas divindades criadoras de mundos, áreas misteriosas e petiscos fascinantes de conhecimento histórico escondidos em estantes de biblioteca e diálogo NPC opcional. E havia muitos segredos para descobrir, mesmo além do que poderia ser acessível ao jogador médio.

Mas quando comecei a trapacear, a gratificação instantânea rapidamente me enjoou. E mesmo com todas as trapaças, não consegui replicar aquela sensação única que tive com Pokémon antes de abrir meu caminho para ver seu esqueleto.

A desmistificação do jogo

Para muitos entusiastas de videogames, abrir seu videogame favorito e ver as costuras que o prendem pode ser tão divertido quanto jogar o jogo em si. Mas para uma criança que valorizava a imersão e o escapismo mais do que qualquer outra coisa nessas experiências, puxar o véu era nada menos que desanimador. Tornou-se o alicerce da minha inevitável – mas não menos desagradável – percepção de que, no final das contas, um jogo é apenas um jogo.

A lição aprendida

De certa forma, devo agradecer ao Action Replay por me mostrar o que eu realmente mais amo nos jogos e por me ensinar que não há graça em trapacear para chegar ao topo. Hoje, rejogo regularmente os jogos antigos com reverência nostálgica, mas raramente consegui replicar aquela sensação única que tive com Pokémon – ou qualquer jogo, aliás – antes de abrir meu caminho para ver seu esqueleto.

Fonte: Nintendo Life.