Análise de Wrath: Aeon of Ruin no Switch: uma mistura de ambição e limitações

Análise de Wrath: Aeon of Ruin no Nintendo Switch

Wrath: Aeon of Ruin foi altamente aguardado. Baseado em uma versão fortemente modificada do motor Quake e desenvolvido por modders talentosos no cenário Quake, ele sofreu atrasos devido à pandemia de COVID-19, adiando seu lançamento originalmente planejado para 2022 até 2024.

Armas temíveis e inimigos difíceis

Wrath apresenta uma variedade de armas impressionantes, como uma pistola básica que é mais eficaz do que a maioria das espingardas de outros jogos, um atirador de dentes, um rifle de cisto explosivo e até mesmo uma lâmina montada no braço. As lutas são enriquecidas por Artefatos com efeitos variados.

Níveis imensos e imersão gótico-tecnológica

Os níveis de Wrath são gigantescos, divididos em três mundos centrais que são compostos por cinco níveis interligados. Embora o design dos níveis seja impressionante, às vezes pode parecer muito labiríntico, levando à fadiga do jogador.

Um sistema de backup criticado

O jogo oferece altares salvos e almas vinculadas para restaurar seus recursos. No entanto, a raridade dos altares e o gerenciamento complexo das almas vinculadas podem ser irritantes. A falta de mapa dificulta a navegação e destaca-se a ausência de um sistema de save adaptado ao Switch.

Uma experiência projetada para teclado-mouse

Wrath: Aeon of Ruin foi projetado para uma experiência de teclado e mouse, o que pode ser problemático ao jogar com um controle. O jogo é muito rápido, tornando o controle com controle menos preciso e responsivo.

Em última análise, desfrutar de Wrath: Aeon of Ruin dependerá da sua capacidade de superar as limitações do controlador, da sua opinião sobre o sistema de salvamento e da sua apreciação do design dos níveis. Apesar de suas falhas, o jogo oferece uma experiência de tiro ambiciosa e divertida para os fãs do gênero.

Fonte: www.nintendolife.com