O fim de uma era: o nascimento e o declínio da E3
Você perdeu os eventos presenciais da E3? Esta questão tem estado presente em muitas mentes ultimamente, incluindo nas principais personalidades da indústria de jogos. A Electronic Entertainment Expo da Entertainment Software Association (ESA), mais conhecida como E3, tem sido um dos pilares da indústria de jogos. No entanto, na sequência da pandemia da COVID-19, a ESA não conseguiu realizar a tão conceituada convenção presencial. Por outro lado, Geoff Keighley lançou o Summer Game Fest, concorrendo efetivamente com a E3. A pergunta incisiva de um espectador que acompanha o showcase do Xbox/Bethesda destaca o quão impactante a E3 tem sido para a indústria de jogos.
A Gênese do Maior Show dos Jogos
A primeira E3 ocorreu em 1995. Embora a Game Developers Conference (GDC) tenha uma história mais longa, a reputação e o extenso legado da E3 fazem dela o maior evento de jogos. A sua história, que remonta a 27 anos, faz dela uma instituição que atraiu às suas portas toda uma geração de gamers e profissionais.
Magia dentro e fora do palco
A E3 tem sido um palco para personalidades carismáticas da indústria como Reggie Fils-Aimé causarem uma impressão indelével no público de jogos. Os shows ao vivo transformaram a indústria de jogos, com vários executivos e seus produtos se tornando nomes conhecidos. A reputação do programa cresceu junto com a ascensão da Internet e sua capacidade de conectar entusiastas de jogos a inovações e anúncios.
O rei está morto, vida longa ao rei
No entanto, a par de todos os seus sucessos, a E3 experimentou os seus desafios, levando muitos a questionar o seu futuro. Apesar de seu significado e influência histórica, a E3 enfrentou críticas, ajustes e concorrência ao longo de sua vida. O futuro do programa parece incerto à medida que ele navega pelas mudanças nos cenários da indústria e pelos desafios trazidos pela era digital.
Fonte: www.gameinformer.com





