The Switch: um bom sistema, mas não um ótimo laptop

O último jogo da Nintendo, Mario e Luigi: Irmandadereacende o debate sobre a experiência de jogo em um console híbrido. Enquanto alguns usuários gostam da portabilidade do Switch, outros, como o autor deste artigo, parecem encontrar desafios na adoção desse recurso. Este artigo explora as nuances desta última obra enquanto questiona seus impactos no prazer de jogar.

Uma experiência de jogo híbrida

O design do jogo e seus desafios

Fraternidadeembora seja um título icônico da série Mario & Luigi, levanta questões sobre a adaptabilidade de jogos projetados para consoles híbridos. A jogabilidade mistura uma narrativa leve com um sistema de combate RPG, que exige uma abordagem ativa dos jogadores. Porém, o autor relata um certo tédio durante sessões prolongadas, onde a repetição dos ataques e a lentidão do combate podem se tornar frustrantes.

Jogabilidade impedida

Os primeiros momentos do jogo, marcados por um número limitado de ataques, rapidamente deram sinais de rotina. A baixa variedade de inimigos também impacta a experiência, reduzindo a empolgação em descobrir novos padrões de ataque. Para o autor, esse tédio é agravado pelos tempos de carregamento que afetam o ritmo do jogo, reduzindo o prazer que dele se pode retirar.

O impacto do design híbrido

Os desafios de navegar em um mundo aberto

Com mecânica de navegação num mar fragmentado, Fraternidade exige que os jogadores gastem tempo explorando e coletando missões secundárias. Porém, a espera em tempo real para navegar entre ilhas pode parecer excessiva, principalmente para quem prefere uma experiência de jogo mais dinâmica. O design parece favorecer uma experiência móvel, convidando os jogadores a levantarem-se e jogarem em pequenas sessões.

Preferências pessoais em desacordo com o jogo

O autor também discute suas reservas pessoais em relação ao uso do Switch como console portátil. Embora o jogo seja otimizado para o Switch, aspectos como tamanho da tela e manuseio do controlador apresentam problemas para uso prolongado. Esses fatores destacam a necessidade de um futuro modelo de console dedicado a jogos portáteis.

Conclusão: Uma necessidade de evolução

Mario e Luigi: Irmandade destaca os desafios que um jogo pode encontrar em um console híbrido. Apesar das qualidades inegáveis ​​do Switch e dos títulos oferecidos, é necessário repensar certas mecânicas de jogo para melhor se alinharem às expectativas dos jogadores modernos. Embora a Nintendo sempre tenha sido adepta da criação de jogos envolventes, o futuro poderá assistir a uma especialização no desenvolvimento de experiências concebidas para tirar o máximo partido dos pontos fortes de uma consola portátil.

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